quinta-feira, 28 de julho de 2011

O PONTO DE MUTAÇÃO DO TEMPO - All Bano Dias - 2011


O Ponto deixa de ser ponto ao ponto de se tornar uma linha que tece nossa cultura. A Terra como uma das naves na família é o veículo na continuidade dessa trajetória que faz nascer e renascer surpresas nos pedestais da vida. Então escorre a magia nos caminhos daqueles que se embaraçam nessa imprescindível teia .

All Bano Dias

O Ponto de Mutação é um livro de Fritjof Capra publicado em 1983.

O nome do livro foi extraído de um hexagrama do I Ching. Nele, Capra compara o pensamento cartesiano ao paradigma emergente no século XX. O primeiro é reducionista e modelo para o método científico desenvolvido nos últimos séculos. O segundo, holístico ou sistêmico, vê o todo como indissociável; o estudo das partes não permite conhecer o funcionamento do organismo. As comparações são feitas em vários campos da cultura ocidental atual, como a medicina, a biologia, a psicologia e a economia.
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domingo, 24 de julho de 2011

O ALTAR ANTROPOMÓRFICO DO TEMPO - All Bano Dias - 2011


Aqui Chac Mool, nomeado por Augustus Le Plongeon, estátua com significado desconhecido é encontrado em várias cidades do México e na Península de Yucatãn; imagem que instiga a pensarmos que carnificinas ainda existem, de modos culturalmente peculiares.

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O DEUS DO SOL KINICH AHAU NO TEMPO - All Bano Dias - 2011


Aqui o deus do Sol para os maias é Kinich Ahau, geralmente assumido pelo Sacerdote maior da cidade.

All Bano Dias

sexta-feira, 8 de julho de 2011

A EX TINTA DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias



Estudando Estrelas Gigantes Azuis, entendemos que suas massas são densas e de magnitude absolutas de -5, -6 devido ao seu brilho e temperatura, assim como uma tinta carregada de 50% de água e pigmento, escorre sobre a tela relativamente erguida verticalmente para extrair o mais simples gesto gravitacional. O objeto em cima do bloco estaciona no espaço, enquanto o escaravelho e o tempo seguem seus rumos, assim como as estrelas e os átomos.

All Bano Dias

Em astronomia, uma estrela Gigante azul é uma estrela pesada, com massa maior que 18 vezes a massa do Sol, e muito quente e brilhante de tipo espectral O ou B.
Gigantes azuis são extremamente luminosas, atingindo magnitudes absolutas de -5, -6 ou mesmo menor (magnitudes estelares seguem uma escala logaritmica e portanto, quando mais negativa maior o valor da grandeza). Suas temperaturas são tão altas (20.000 K ou mais) que uma quantidade considerável de sua energia é emitida através de radiação ultra-violeta, e portanto invisível para os nossos olhos.
Muitas destas estrelas são encontradas em Associações OBs, grandes grupos de estrelas fracamente ligadas entre si pela gravidade. Como elas são muito pesadas, espera-se que seu tempo de vida seja muito menor do que o de estrelas menores (da ordem de dezenas a centenas de milhões de anos), as teorias atuais preveêm que estas estrelas devem terminar sua vida em uma supernova.
Exemplos conhecidos de estrelas Gigantes azuis incluem Mu, Regor, Rigel, Regulus, Saiph, Deneb assim com a precursora da Supernova 1987a, mas de forma geral, gigantes azuis são estrelas raras.

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A CURVATURA DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias


 Aqui, bati as estrelas na tela, assim que ela estava plana... logo levantei contigo na parede e escorri seus fótons liquidificados à pó até as escadas rumo ao cólo da constelação!

All Bano Dias

Curvatura

A Relatividade Geral prevê que um corpo de grande massa pode alterar a geometria do espaço-tempo, tornando curvo. Essa curvatura do espaço-tempo quadridimensional altera a trajetória dos corpos que passem em torno de si, como a deflexão da luz, que tem seus feixes arqueados para dentro pelo campo gravítico do corpo. Nesse espaço-tempo a geodésica entre dois observadores não é a reta.

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A GRAVIDADE DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias


 Essa matéria que escorre no mármore é a mesma que voa rumo a gravidade que dança teus pés! É também feita da mesma matéria e espaço-tempo da nossa arte-ciência-amor!!

All Bano Dias

A gravidade é uma das quatro forças fundamentais da natureza (junto com a força forte, eletromagnetismo e força fraca) em que objetos com massa exercem atração uns sobre os outros.[1] Classicamente, é descrita pela lei de Newton da gravitação universal. Foi entendida primeiramente de modo matemático pelo físico inglês Isaac Newton e desenvolvida e estudada ao longo dos anos.
Albert Einstein descreveu-a como consequência da estrutura geométrica do espaço-tempo.
Do ponto de vista prático, a atração gravitacional da Terra confere peso aos objetos e faz com que caiam ao chão quando são soltos no ar (como a atração é mútua, a Terra também se move em direção aos objetos, mas apenas por uma ínfima fração). Ademais, a gravitação é o motivo pelo qual a Terra, o Sol e outros corpos celestiais existem: sem ela, a matéria não se teria aglutinado para formar aqueles corpos e a vida como a entendemos não teria surgido. A gravidade também é responsável por manter a Terra e os outros planetas em suas respectivas órbitas em torno do Sol e a Lua em órbita em volta da Terra, bem como pela formação das marés e por muitos outros fenômenos naturais.

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quinta-feira, 7 de julho de 2011

O TEMPO ESCORRENDO NO ESPAÇO - All Bano Dias - 2008


Tempo

A noção em senso comum de tempo é inerente ao ser humano, visto que todos somos, em princípio, capazes de reconhecer e ordenar a ocorrência dos eventos percebidos pelos nossos sentidos. Contudo a ciência evidenciou várias vezes que nossos sentidos e percepções são mestres em nos enganar. A percepção de tempo inferida a partir de nossos sentidos é estabelecida via processos psicossomáticos, onde variadas variáveis, muitas com origem puramente psicológica, tomam parte, e assim como certamente todas as pessoas presenciaram em algum momento uma ilusão de ótica, da mesma forma de que em algum momento houve a sensação de que, em certos dias, determinados eventos transcorreram de forma muito rápida, e de que em outros os mesmos eventos transcorreram de forma bem lenta, mesmo que o relógio - aparelho especificamente construído para medida de tempo - diga o contrário.

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sábado, 2 de julho de 2011

ESTUDO PARA A CONSTELAÇÃO DE ALL BANO DIAS - Em fase de descobertas de novas constelações - 2011


ENCONTROS

TUDO QUANDO SE ENCONTRA, SEJA NO OLHAR OU NO TOQUE É DERIVADO DE UM CERTO BEIJO.
O BEIJO É O ENCONTRO QUE O OLHAR PENETROU O OBSERVADO.
O ABRAÇO É O BEIJO QUE OS BRAÇOS DESEJARAM SENTIR.
A DANÇA É O BEIJO DOS PÉS NA LÍNGUA DO CHÃO SAGRADO DOS DANÇARINOS CÓSMICOS.
A PÁLBEBRA BEIJA O OLHO PARA ELE DORMIR.

TENHAM BONS SONHOS!

All Bano Dias

SUPERCORDAS



A Teoria das cordas (ou teoria das supercordas) é um modelo físico cujos blocos fundamentais são objetos extensos unidimensionais, semelhantes a uma corda, e não por pontos sem dimensão (partículas) que eram a base da física tradicional. Por essa razão, as teorias baseadas na teoria das cordas podem evitar os problemas associados à presença de partículas pontuais (entenda-se de dimensão zero) em uma teoria física tradicional, como uma densidade infinita de energia associada à utilização de pontos matemáticos. O estudo da teoria de cordas tem revelado a necessidade de outros objetos não propriamente cordas, incluindo pontos, membranas, e outros objetos de dimensões mais altas.
O interesse na teoria das cordas é dirigido pela grande esperança de que ela possa vir a ser uma teoria de tudo. Ela é uma possível solução do problema da gravitação quântica e, adicionalmente à gravitação, talvez poderá naturalmente descrever as interações similares ao eletromagnetismo e outras forças da natureza. As teorias das supercordas incluem os férmions, os blocos de construção da matéria. Não se sabe ainda se a teoria das cordas é capaz de descrever o universo como a precisa coleção de forças e matéria que nós observamos, nem quanta liberdade para escolha destes detalhes a teoria irá permitir. Nenhuma teoria das cordas fez alguma nova predição que possa ser experimentalmente testada.
Trabalhos na teoria das cordas têm levado a avanços na matemática, principalmente em geometria algébrica. A teoria das Cordas tem também levado a novas descobertas na teoria da supersimetria que poderão ser testadas experimentalmente pelo Grande Colisor de Hádrons. Os novos princípios matemáticos utilizados nesta teoria permitem aos físicos afirmar que o nosso universo possui 11 dimensões: 3 espaciais (altura, largura e comprimento), 1 temporal (tempo) e 7 dimensões recurvadas (sendo a estas atribuídas outras propriedades como massa e carga elétrica, por exemplo), o que explicaria as características das forças fundamentais da natureza [1].
O estudo da chamada teoria das cordas foi iniciado na década de 60 e teve a participação de vários físicos para sua elaboração. Essa teoria propõe unificar toda a física e unir a Teoria da relatividade e a Teoria Quântica numa única estrutura matemática. Embora não esteja totalmente consolidada, a teoria mostra sinais promissores de sua plausibilidade.

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A olho nu, um fio de cabelo parece uma linha: sua única dimensão parece ser o comprimento. De um modo semelhente , o espaço-tempo pode parecer quadrimensional para nós, mas apresentar 10 ou 11 dimensões quando sondado com partículas de energia extremamente alta.

Stephen Hawking

O BIG BANG


Não posso negar o sentimento de irrealidade ao escrever sobre os primeiros três minutos como se soubéssemos realmente do estamos a falar.

Steven Weinberg


Sabemos com certeza que nosso universo existe, no entanto, esse conhecimento não foi suficiente para responder as perguntas da humanidade. Nossa curiosidade ao longo do  tempo nos levou a perguntar : Como é que o nosso universo começou? Quantos anos tem o universo? Como o assunto vir a existir? Obviamente, essas não são questões. Percorremos um longo caminho desde as origens místicas do estudo da cosmologia e as origens do universo. Fieis à natureza da ciência, a maioria dessas respostas só levaram às perguntas mais intrigantes e complexas. Parece ser inerente à nossa busca do conhecimento que as perguntas continuarão sempre a existir. Acerdita-se que há cerca de 15 mil milhões de anos uma gigantesca explosão chamada de Big Bang deu início a expansão do universo. No momento do evento toda a matéria e energia do espaço foi contida em um ponto. O que existiu antes desse evneto é completamente desconhecido e pura especulação. O Big Bang na verdade, consistia em uma explosão do espaço dentro de si mesmo ao contrário de uma explosão de uma bomba onde fragmentos são jogados fora.A origem da teoria do Big Bang pode ser creditada a Edwin Hubble. Hubble fez a observação de que o universo está em expansão contínua. Ele descobriu que a velocidade Galaxy é proporcional à sua distância. Galáxias que estão duas vezes mais longe de nós movem-se duas vezes mais rápido. Uma outra conseqüência é que o universo está em expansão em todas as direções. Desde o Big Bang, o universo tem sido continuamente expandindo e, portanto os aglomerados de galáxias tem se distanciado. A teoria do Big Bang é uma resposta viável para o surgimento do universo. Mas é importante entender, no entanto, que a própria teoria está sendo constantemente revisada. Como são feitas mais observações e mais pesquisa realizada, a teoria do Big Bang se torna mais completa e nosso conhecimento das origens do universo mais substancial.

O RAIO DE SCHWARZSCHILD (BURACO NEGRO)


Um Buraco Negro é uma singularidade gravitacional, um objeto onde a gravidade é tão poderosa que nada, nem mesmo a luz (e a radiação) consegue escapar dele. Assim estes objetos são chamados de buracos negros porque eles próprios não emitem radiação. Se você tomar qualquer objeto e comprimi-lo ao máximo chegará a um ponto em que o objeto irá tornar-se um buraco negro. Se pudéssemos porventura comprimir o Sol até que ele fique como um raio de 2,5 km, o ‘Sol super comprimido’ iria tornar-se um buraco negro. Da mesma forma a Terra comprimida até ter um raio de 0,9 cm se transformaria em um buraco negro. Uma montanha de grande porte ultra comprimida formaria um buraco negro nanico de 1 nanômetro * . Por outro lado o raio de Schwarzschild do buraco negro supermassivo no centro da nossa galáxia é de aproximadamente 7,8 milhões de quilômetros (para saber mais leia aqui: Buraco Negro no centro da Via – Láctea teve sua presença comprovada). A essa dimensão do objeto comprimido nós denominamos raio de Schwarzschild.
Qual a fórmula?
Este termo foi utilizado em homenagem ao matemático Karl Schwarzschild que foi o primeiro a propor a fórmula, em 1916, para tratar um buraco negro estático:
M = massa do buraco negro

 



sexta-feira, 1 de julho de 2011

PRECESSÃO - Wikipédia


Precessão:

A Terra apresenta um ciclo de precessão de 25 770 anos, correspondente à variação da Eclíptica em relação à linha do Equador.
Sendo o planeta Terra não perfeitamente esférico, mas achatado nos polos e bojudo no equador, seu diâmetro equatorial é cerca de 40 km maior do que o diâmetro polar. Somado a este fato, o plano do equador terrestre, o plano do bojo equatorial, está inclinado 23° 26' 21,418" em relação ao plano da eclíptica, que por sua vez está inclinado 5° 8' em relação ao plano da órbita da Lua.
Isto faz com que forças diferenciais (que ficam mais significativas nos dois bojos da Terra) tendam não apenas a torná-la mais achatada, mas também a "endireitar" o seu eixo, alinhando-o com o eixo da eclíptica.
Estando a Terra em rotação, seu eixo não se alinha com o eixo da eclíptica, mas precessiona em torno dele, da mesma forma que um pião posto a girar precessiona em torno do eixo vertical ao solo.
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domingo, 19 de junho de 2011

O BEIJO DO TEMPO EM VÊNUS - 2011 - All Bano Dias



"UM BEIJO SEU E EU VOU SÓ PENSAR EM VOCÊ!"

Chico César

AO SOM DA ALMA SE AFINANDO PRA NOITE, A VOZ DA NOSSA MÚSICA NOS CHAMA PRA DANÇAR!
MINHA PELE SE ARREPIA E MINHA ALMA MUDA DE LUGAR!

All Bano Dias para Seilla Carvalho

O EROTISMO ESPELHADO DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias


ABRI AS VENTAS DO COMETA QUE COMETE A IRREVERÊNCIA DE SONDAR O GRÁFICO NO UNIVERSO. DO LADO VERSÁTIL DA GRAVIDADE DESSES DANÇARINOS NO TEU CÉU.
A ÁRVORE MANDOU AVISAR QUE DAQUI DE BAIXO O CÉU CORTA O ASSUNTO EM 2 OU MAIS!
O QUE CAIU OU O QUE SOBE É PÓ DE LUZ.
O QUE VOA OU O QUE SOBE, DESCE É ASTRO E É PÓ TAMBÉM!
ILUMINADO SEJA AS IDEIAS QUE PEGAM CARONA NO EXPRESSO DO AUTOMATISMO POÉTICO DE VIVER!
E VAGO MAIS....

("VAGUEANDO" COM SEILLA CARVALHO)

All Bano Dias

terça-feira, 24 de maio de 2011

A LEITURA DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias

A VEZ DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias

O VENTO DO TEMPO 1 - 2011 - All Bano Dias -

O TSUNAMI DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias

O SONO SONHO DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias

O POUSO DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias

O DESCANSO DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias

O CUMPRIMENTO DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias

ESTUDO PARA A DANÇA DO TEMPO II - 2011 - All Bano Dias

A TEIA DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias

terça-feira, 17 de maio de 2011

O MOVIMENTO DO TEMPO - All Bano Dias - 2011


O tempo tem uma forma dançante de se sentir. Quando ou onde definimos, a relatividade da imagem é tão imensa quanto infinita. Logo a primeira vista vejo no espaço ele se arqueando num plasma espetacular.

All Bano Dias

O tempo e a Filosofia
A noção de tempo acompanha o ser humano desde os primórdios de sua evolução, desde que o homem começou a filosofar sobre a natureza. A abordagem filosófica envolve desde a natureza real ou não do tempo até as implicações filosóficas associadas à sua irreversibilidade, e devido à extensão do assunto, este tema resulta por si só em um artigo. O autor é remetido à leitura específica do mesmo.
(Wikipédia)

A Rede de Arte Planetária é uma aliança global de pessoas voluntárias, autônomas, que trabalham pela Paz, pela Cultura e pela Natureza (Biosfera), sem nenhuma filiação a uma determinada religião ou tendência política, mas apresentando como estrutura básica a "Lei do Tempo".
A Rede de Arte Planetária está estruturada como Movimento Mundial pela Paz em uma rede mundial com grupos bioregionais que integram toda variedade de profissionais de artes, ciências (físicos, matemáticos, médicos, antropólogos...), espiritualistas, terapeutas e de muitas outras especialidades, unindo forças com o espírito do novo tempo, realizando encontros, conferências, experiências artísticas e projetos baseados na proteção do meio ambiente e na volta aos ciclos naturais.

(Calendário da Paz)

 

PÊNDULO DO TEMPO - (Wikipédia)


Tempo, espaço, matéria e energia guardam íntima relação.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

O ENCONTRO DO TEMPO - 2011 - All Bano Dias


O abraço, após a explosão, desenha bem o formato dessa conciliação astral. Independentemente, os astros trazem consigo em suas histórias as escadas e trilhas dos seus trajetos.
Aqui é nosso além!
No planeta onde moram os semeadores
Desenhando o espaço com estrelas
Contrastes cortam os corpos com silhuetas curiosas
Alegria que brota
Nas esquinas do nosso cérebro.
A química vem com a luz
Causando efeitos em nossos pés
Enquanto plantamos o néctar...
Ousamos a mágica cósmica
Manufaturando os elementos
Em resultados da arte-amor-ciência!
A cor quente salta e... fertiliza as superfícies
Na nossa frente...
Vibra, sensoriza e autoriza
No vão espetacular das arenas celestiais!

All Bano Dias

A noção humana de tempo encontra-se ligada de forma íntima às percepções fornecidas pelos sentidos - com destaque certamente para o sentido da visão - o que faz com que a noção humana de tempo encontre-se diretamente influenciada pela luz e suas propriedades. Considerando que a luz, ao propagar-se livremente, não se "esgota", dado que conseguimos enxergar estrelas cuja luz viajou por mais de 10.000 (dez mil) anos-luz de distância, e que se algum corpo metafísico realizasse uma viagem a mais de 300.000 km/s - a rigor, 299 792 458 metros por segundo, atual velocidade da luz - este poderia contemplar uma viagem no tempo: enxergaria seu passado e não mais teria a percepção de tempo normal. Esse princípio também é realizado com dispositivos de filmagem, fotos e câmeras - eles nada mais fazem do que impressionar matéria física de maneira a reter a luz dos acontecimentos, e também podem ser consideradas "viagens no tempo". Estes fatos são extraordinariamente narrados por Camille Flammarion em "Narrações do Infinito". ( Wikipédia)

A freqüência 13:20 é a freqüência natural para todos os seres de todos os pontos da galáxia, em que se vive em harmonia com a natureza e, por isso, nada lhes falta e não há desequilíbrio entre eles.
Ela é 13:20 porque é formada por ciclos naturais, sendo os dois principais o 13 e o 20, que representam os 13 tons galácticos da criação e as 20 freqüências solares, que são os 20 selos das 20 tribos solares. É preciso respeitar os ciclos naturais se quisermos viver em harmonia com a natureza e 13:20 é a nossa freqüência natural.

(Calendário da Paz)